sexta-feira, 26 de junho de 2015

BAYER DRONE CROPSTAR

Bayer lança “Drone CropStar” para controle de nematoides

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Bayer lança “Drone CropStar” para controle de nematoides
25/06/15 - 14:07 

A Bayer CropScience apresentou na última semana o seu “Drone CropStar” – uma nova ferramenta disponibilizada pela empresa para o monitoramento e manejo dos campos agrícolas contra o ataque dos nematoides. O lançamento foi feito durante o 32º Congresso Brasileiro de Nematologia, que aconteceu em Londrina (PR), de 15 a 19 de junho.

De acordo com a Embrapa Soja Londrina, a produtividade da soja brasileira poderia ser de 8% a 10% maior se não fosse o ataque dos nematoides de lesões radiculares (Pratylenchus brachyurus), cisto (Heterodera glycines) e formadores de galha (Meloidogyne ssp).

“Desde 2012 intensificamos coletas de solo e pesquisas para identificar as principais regiões com problemas de nematoides. Agora demos o segundo passo e desenvolvemos um sistema que fará o cruzamento de dados colhidos das análises de solo, com imagens aéreas feitas pelo Drone. Assim poderemos identificar os focos de incidência e trabalhar no manejo e controle da praga”, ressalta Sigfried Baumann, gerente de SeedGrowth da Bayer CropScience.

sábado, 13 de junho de 2015

TOCANTINS A PASSOS LARGOS

Tocantins ultrapassa quatro milhões de toneladas de grãos na safra 2014/2015

Pela primeira vez o Tocantins ultrapassa quatro milhões de toneladas de grãos. Na safra 2013/2014 foram produzidas 3.364,35 milhões de toneladas, saltando nesta safra para 4.072,61 milhões, um crescimento de 21,1%, na produção, conforme oitavo levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A produção de grãos, a cada safra, demonstra avanços na agricultura tocantinense, principalmente a soja, arroz e milho.
Os dados mostram também crescimento na área plantada na produção de grãos. Na safra anterior foram cultivados 1.061,30 mil hectares, aumentando para 1.205,40 mil hectares na safra 2014/2015, um acréscimo de 13,6% na área plantada. A soja continua na liderança da produção. Na última safra foram colhidas 2.059,09 milhões de toneladas, e a expectativa da colheita atual é contabilizar 2.427,07 milhões, uma variação de 17,9%. A área cresceu de 748,46 hectares para 829,23 hectares.
Segundo o engenheiro agrônomo da Secretaria de Desenvolvimento da Agricultura e Pecuária (Seagro), Genebaldo Queiroz esses avanços demonstram o potencial agropecuário que o Estado apresenta. “O Tocantins consolida cada vez mais a produção no campo, mostrando o potencial que dispõe com logística e solo favorável e investimentos em novas tecnologias. Outro ponto favorável são as variedades adaptadas que resulta em alta produtividade, somando na totalidade desse crescimento da agricultura do Estado”, argumentou.
Arroz
As produções de arroz sequeiro e irrigado vêm em segundo lugar em crescimento. Na safra 2013/2014 foram cultivados 113,90 mil hectares, na safra 2014/2015 subiu para 127,51 mil, um aumento de 13,61 % na área plantada. Na safra anterior foram colhidas 543,66 mil toneladas, na atual podem alcançar 606,06 mil toneladas.
O cultivo do milho no Tocantins é outra cultura em expansão. A estimativa de colheita na primeira e segunda safra para esta safra é chegar a 937,38 mil toneladas de grãos, superando a passada, que ficou em 683,26 mil toneladas. Um aumento de 37,2%.
Produtividade
De acordo com o engenheiro agrônomo, os avanços na agricultura tocantinense são notados também na produtividade dos grãos. Conforme apresenta o levantamento da Conab, o arroz sequeiro mostrou um crescimento de 26% na produtividade, seguido do feijão primeira safra, com previsão de 12,3% de aumento. Já o milho alcançou uma produtividade de 11,4 %, na produção. “O aumento da produtividade está associado aos avanços tecnológicos, ao manejo e eficiência dos nossos produtores”, completou Genebaldo Queiroz.

sábado, 30 de maio de 2015

EMBRAPA LANÇA SOJA BRS 7380RR RESISTENTE A NEMATOIDES

Embrapa lança soja RR resistente a nematoides

A Embrapa lançou a cultivar de soja BRS 7380RR. Desenvolvido em parceria com as Fundações Cerrado, o novo material transgênico de ciclo precoce (105 a 110 dias) é resistente ao herbicida glifosato e aos nematoides de cisto (raças 1 e 3) e de galhas (Meloydogine incognita e M. javanica), além de ter baixo fator de reprodução ao nematoide Pratylenchus spp. e ser adaptado ao Bioma Cerrado.
Na solenidade de lançamento, realizada na vitrine tecnológica da Embrapa na AgroBrasília 2015, o chefe-adjunto de Pesquisa & Desenvolvimento da Embrapa Cerrados (Planaltina, DF), Cláudio Karia, representando o chefe geral José Roberto Peres, falou da satisfação em disponibilizar mais um produto Embrapa ao mercado. Ele destacou o objetivo da Empresa de atuar em benefício da sociedade e da agricultura brasileira.
Cristiane Morinaga, presidente da Fundação Cerrado, destacou o diferencial da Embrapa e dos materiais gerados pela parceria. “Ela nos dá a liberdade de buscar o que o produtor realmente precisa. Nossa parceria está em um momento bem animador, com o lançamento de materiais bem adaptados e produtivos que não perdem em nada para os dos concorrentes, além de agregarem esses diferenciais (resistências a nematoides)”, afirmou.
O gerente do escritório de Brasília da Embrapa Produtos e Mercados, Isaac de Almeida, mostrou o otimismo da Empresa ao anunciar que um “turbilhão de coisas boas” estão por vir. “Essa é só a ponta do iceberg. Pretendemos, no ano que vem, estar aqui (na AgroBrasília) com outros materiais, cada um trazendo de fato esse diferencial e cumprindo o compromisso de trazer e disponibilizar soluções. É uma grande satisfação, não só como ofertante, mas por ver os demandantes sendo atendidos”, salientou, lembrando que a Embrapa Produtos e Mercado faz a ponte entre a Empresa e os licenciados.

sexta-feira, 29 de maio de 2015

RAM DESENVOLVE SOJA RESISTENTE A FERRUGEM E NEMATOIDES

Plant Breeder Boosts Soybean Diversity, Develops Soybean Rust-Resistant Plant

Research geneticist Ram Singh crossed soybean with a related wild, perennial plant from Australia, introducing new genetic diversity to the soybean plant. Photo by L. Brian Stauffer.It took decades of painstaking work, but research geneticist Ram Singh managed to cross a popular soybean variety (“Dwight” Glycine max) with a related wild perennial plant that grows like a weed in Australia, producing the first fertile soybean plants that are resistant to soybean rust, soybean cyst nematode and other pathogens of soy.
Singh works in the Soybean/Maize Germplasm, Pathology and Genetics Research unit in the department of crop sciences at the University of Illinois. The unit is a division of the U.S. Department of Agriculture’s Agricultural Research Program. His effort to introduce the desirable attributes of wild, perennial Glycinespecies into soybean plants began at the U. of I. in 1983 and followed a path that involved thousands of experiments, the development of a hormone treatment that “rescued” immature hybrid seeds from sterility, and multiple backcrosses of hybrid plants with their “recurrent parent,” Dwight.
Singh’s collaborator, Randall Nelson, the research leader of the ARS soybean/maize research unit, plants seeds from Singh’s most promising experiments, grows the plants and distributes their seeds to other scientists, who screen them for desirable traits and conduct their own breeding experiments. 
A report of this work appears in the journal Theoretical and Applied Genetics.
Soybean is the second-most-planted field crop in the U.S. after corn, worth more than $4 billion annually in the U.S.
Current soybean varieties are susceptible to an array of pests and pathogens. Among them, the parasitic roundworm known as soybean cyst nematode attacks soybean roots and stunts their growth. Soybean rust, a fungus first detected in the U.S. in 2004, taints leaves and eventually defoliates the plants.
A cross between soybean and a related species, Glycine tomentella (which has smaller leaves) yielded some hybrid plants with resistance to common soybean pathogens. Photo by L. Brian Stauffer.
Scientists have known for decades that some wild, perennial soybean relatives had desirable traits that many hoped to introduce into soy, Singh said. 
“There are 26 wild species of Glycine perennials that grow in Australia,” he said. One species, Glycine tomentella, was of particular interest because it has genes for resistance to soybean rust and to soybean cyst nematode, he said. “Many people tried to hybridize it with soybean plants, starting back in 1979 at the University of Illinois.” But the hybrids produced only sterile plants, “and they decided it was impossible,” Singh said.
He continued to experiment, however, and eventually developed a hormone treatment that interrupted the process that caused the hybrid seeds to abort. He also developed a tissue culture method for producing several embryos – and thus, several plants – from each seed. The plants were grown in a greenhouse, allowed to flower and crossed again with Dwight.
Singh eventually settled on a Glycine tomentella plant known as PI 441001 for these experiments because the wild plant was immune to soybean rust and to soybean cyst nematode. It also was resistant to Phytophthora root rot and could tolerate salt and drought. 
As the experiments continued, Singh noted that each generation of hybrids had different numbers of chromosomes, reflecting their blend of soybean and tomentella chromosomes. The goal, said Singh, was to isolate each of tomentella’s 39 chromosomes, adding one at a time to soybean’s 20 pairs of chromosomes. That way, all the genetic richness of tomentella could be captured in the hybrid soybean plants. 
Decades of work generated hundreds of new soybean lineages, many with desirable traits. Go to news.illinois.edu/infographics/soyMatch.html to view an interactive informational graphic about the work. Graphic by Julie McMahon.
Further crosses have introduced the tomentella genes into those of the soybean plants, creating soybean plants with 40 chromosomes and some of the most desirable tomentella traits. 
So far, the effort has yielded plants that are resistant to soybean rust, soybean cyst nematode or Phytophthora root rot. Some of the new plants produce more soybeans per plant than Dwight, and some have higher protein content than Dwight. (See graphic.)
The research continues. As a result, soybean breeders now have access to dozens of new soybean lineages, each with some of the traits of the wild Australian plants. 
The genetic material in wild Glycine species “is just like a treasure that is locked inside,” Singh said. “With this method, we are unlocking the treasure.”
The Illinois Soybean Association, the Soybean Disease Biotechnology Center at the U. of I., and the United Soybean Board provided partial funding for this work.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

DESCOMPACTADOR TERRUS DA GTS DO BRASIL.

Produtores de Balsas no Maranhão investe em equipamentos Terrus da Gts do Brasil,, o equipamento, possibilita descompactar com o  mínimo resolvimento possível da camada superficial do solo,,
Outra grande vantagem que o equipamento oferece é descompactar preservando sempre a estrutura de solo,, os benefícios são inúmeros como por exemplo, em caso de grandes chuvas após a descompactação problemas como erosão um problema típico após subsolagem,, quando empregado o uso do Descompactador Terrus foram praticamente zero,, outro ponto positivo,, como mostra o video,, em caso de plantio de milho segunda safra o produtor poderá plantar na sequencia  otimizando a janela de plantio..

quarta-feira, 15 de abril de 2015

BATERIA DE ALUMINIO, O MEIO AMBIENTE AGRADECE...

Bateria de alumínio recarrega em 1 minuto

Redação do Site Inovação Tecnológica - 08/04/2015
Bateria de alumínio recarrega em 1 minuto
O protótipo da bateria de alumínio é rápido, flexível e muito durável. [Imagem: Mark Shwartz/Stanford University]
Rápida e durável
Pesquisadores das universidades de Stanford e Taiwan criaram uma bateria de alumínio que recarrega rapidamente, é muito segura e poderia ser fabricada a baixo custo.
O protótipo recarrega completamente em apenas um minuto e suportou 7.500 ciclos de carga e recarga sem degradação - para comparação, uma bateria de lítio tem durabilidade prevista de 1.000 ciclos.
"Nós desenvolvemos uma bateria recarregável de alumínio que pode substituir os atuais dispositivos de armazenamento, tanto as baterias alcalinas, que são ruins para o meio ambiente, quanto as baterias de íons de lítio, que ocasionalmente explodem em chamas," disse o professor Hongjie Dai.
Para demonstrar a segurança da nova bateria, Dai furou o protótipo enquanto ele era usado, e ele não pegou fogo.
Bateria de alumínio
O alumínio é um material interessante para baterias porque é relativamente barato - é mais barato do que o lítio - e tem potencial para armazenar uma grande quantidade de carga.
Mas ninguém até hoje conseguiu viabilizar uma bateria de alumínio que produzisse uma tensão suficiente e fosse durável.
A solução encontrada pela equipe integra um eletrodo negativo de alumínio com um eletrodo positivo de um tipo especial de grafite. Os dois são mergulhados em um eletrólito de líquido iônico no interior de um invólucro recoberto por polímero.
"O eletrólito é basicamente um sal que é líquido a temperatura ambiente, de forma que ele é muito seguro," disse Ming Gong, principal criador da bateria ao lado do seu colega Meng-Chang Lin.
Bateria de alumínio recarrega em 1 minuto
O alumínio se dissolve no eletrodo negativo, enquanto íons contendo alumínio migram para os espaços entre as camadas de grafite no eletrodo positivo. No recarregamento, dá-se o inverso, depositando-se o alumínio metálico de volta no eletrodo negativo. [Imagem: Meng-Chang Lin et al. - 10.1038/nature14340]
Desafios a vencer
Mas nem tudo está pronto para que as baterias de alumínio cheguem às prateleiras.
Apesar de muito durável e de conservar a tensão gerada ao longo de milhares de ciclos de carga e descarga, o protótipo gera uma tensão baixa, cerca de metade da gerada por uma bateria de lítio. Os esforços da equipe irão se concentrar agora nesse aspecto.
Além disso, a "injeção" dos íons de alumínio entre as camadas de grafite faz o material se expandir, contraindo-se quando a energia é consumida. Por isso a equipe escolheu um invólucro flexível, mas será um desafio compatibilizar essa "bateria pulsante" com os invólucros rígidos dos aparelhos eletrônicos.
"Fora isso, a nossa bateria tem tudo o mais que você poderia sonhar em uma bateria: eletrodos de baixo custo, boa segurança, carregamento de alta velocidade, flexibilidade e ciclo de vida longo. Eu a vejo como uma nova bateria em seus primeiros dias. É muito emocionante," disse o professor Dai.

ED WINKLE OBRIGADO PELOS SEUS ENSINAMENTOS...

Ed Winkle was Always Willing to Help No-Tillers
April 6, 2015
A champion of no-till and always willing to offer growers advice, Ed Winkle, 65, died on Good Friday, April 3, at the Hospice Center of Cincinnati after a yearlong battle with cancer.
Honored as one in an elite class of No-Till Innovators, the Martinsville, Ohio, no-tiller and crop consultant was a popular speaker at the National No-Tillage Conference and was particularly well-regarded for his work with no-tilled soybeans. In fact, Winkle authored a special 16-page report for No-Till Farmer entitled, “Growing High-Profit No-Till Soybeans.”
“I had many opportunities to work with Ed through both our conference and as a source for articles in No-Till Farmer. Ed had a big heart for farmers trying to solve no-till challenges, and he was always so willing to offer any advice or suggestions because he wanted farmers to succeed with no-till,” says Frank Lessiter, editor of No-Till Farmer. “We’re going to miss Ed’s helpful spirit.”
Winkle operated Hymark Consulting, and was recognized for his work in no-till and advancement of the practice in 2000 with the honor of No-Till Innovator in the Business & Service category.
A Mass of Christian Burial is scheduled for Tuesday, April 7, at 11 a.m. at St. Angela Merici Parish at St. Patrick’s Chapel in Fayetteville, Ohio. Memorials may be made to the National FFA Foundation or to the state FFA Foundation of your choice.
He is survived by his wife, LuAnn; his children Matthew (Rachel) Winkle, Mark (Anna) Winkle and Rebecca (William) Peters; his step-children Shannon (Kevin) Abt, Eric (Stacy) Cleveland and Tara (Erik) Block; one sister, Linda (Fred) Vollborn; and one brother, Jeffrey (Suzanne) Winkle.
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Winkle was an agriculture educator and FFA advisor at Blanchester High School and Clermont Northeastern High School. He also served as an Ohio State University Extension agent in Warren County for more than three decades. He was a member of the Ohio State University Lead Class V and was a delegate to the People to People Agriculture Ambassador Program to China in 1990.